Glossário
Ouvir conteúdo
Clique para ouvir o texto completoAqui você encontra explicações simples e objetivas dos termos técnicos, históricos e numismáticos usados ​​ao longo deste manual "Processos de Cunhagem: Da Antiguidade à Casa da Moeda" , facilitando a compreensão dos conceitos diversificados.
UM
- Anverso: Face principal da moeda, geralmente contém a efígie nacional.
- Autenticidade: Garantia de que uma peça foi produzida originalmente pela Casa da Moeda ou outra instituição autorizada.
- Alto-relevo: Detalhes gravados com profundidade maior, frequentemente usados ​​em moedas prova (Proof).
B
- BU (Brilhante Uncirculado): Estado de conservação em que a moeda nunca circula, mas pode ter pequenas marcas leves; mantém o brilho original.
- Bimetálico: Moeda composta por dois metais diferentes, como anel externo de cobre e núcleo interno de alumínio-bronze.
C
- Casa da Moeda do Brasil: Instituição responsável pela produção de moedas metálicas no Brasil desde 1694.
- Conservação: Grau de preservação da moeda, considerando desgaste, manchas e integridade visual.
- Canelura: Linhas enentalhadas na borda lateral da moeda, usadas para identificação tátil e prevenção de falsificações.
- Certificado de Autenticidade: Documento que acompanha moedas especiais, garantindo sua origem e qualidade.
D
- Diâmetro: Medida do tamanho da moeda, normalmente expressa em milímetros (mm).
- Design: Desenho ou composição visual das faces da moeda, incluindo imagens, textos e elementos simbólicos.
E
- Elemento de Segurança: Recurso incorporado à moeda para dificultar sua reprodução ilegal, como microgravação e magnetismo.
- Estado de Conservação: Classificação do estado físico da moeda — categorias incluem: Circulação, BU, FDC e Proof.
- Escala Sheldon: Sistema internacional de avaliação do estado de conservação das peças usadas por colecionadores.
F
- FDC (Fleur de Coin): Estado máximo de conservação, relativo a que a moeda é perfeita, sem qualquer sinal de uso ou correspondente.
- Flan: Disco metálico utilizado na fabricação da moeda antes da estampagem.
- Fundição: Processo inicial de derretimento e conformação do metal para produção de tarugos.
G
- Gravação: Processo artístico de criar os relevos que serão usados ​​nas matrizes de cunhagem.
- Gravador: Profissional especializado em esculpir modelos em alto relevo para fabricação de matrizes.
eu
- Lacre: Elemento selado que garante a integridade de embalagens como sachês, centenas e sacos.
- Lote: Grupo de peças produzidas na mesma data ou série.
M
- Matriz: Molde positivo e negativo utilizado na prensa para transferir o design ao flan durante a estampagem.
- Metal Nobre: ​​Metal resistente à corrosão e com valor intrínseco elevado, como ouro, prata e platina.
- Moeda Circulante: Peça destinada ao uso comercial cotidiano.
- Moeda Não Circulante: Produzida especificamente para colecionismo ou investimento.
P
- Prensa de Cunhagem: Equipamento industrial que aplica pressão sobre o flan entre duas matrizes para imprimir o design.
- Prova: Acabamento de alta qualidade, com superfícies altamente polidas e detalhes nítidos.
- Pressão de Estampagem: Força aplicada pelas prensas, medida em toneladas, que definem a nitidez final da imagem.
R
- Rebordo: Borda lateral da moeda, que pode ser lisa, canelada ou conter inscrições.
- Revestimento: Camada aplicada sobre o núcleo da moeda para alterar sua aparência ou propriedades físicas.
S
- Selagem: Processo de lacrar uma embalagem para garantir sua integridade.
- Série: Conjunto de moedas vinculadas por tema comum, lançadas em sequência.
T
- Tiragem: Quantidade total de unidades produzidas de uma determinada moeda ou série.
- Tratamento Superficial: Etapa de endurecimento e polimento dos flans antes da estampagem.
Você
- Não circuladas (Unc/BU): Moedas que não circularam, mas podem ter marcas leves.
V
- Valor Facial: Valor nominal da moeda, aceito como meio de pagamento legal.
Este glossário serve como referência rápida para entender melhor os termos técnicos, históricos e numismáticos usados ​​ao longo do manual.
Comentários
Área de comentários em breve...
Capítulos

Sumário

Introdução

História da Cunhagem desde a Antiguidade

Evolução dos Métodos de Produção ao Longo do Tempo

O Papel da Casa da Moeda do Brasil nos Processos de Cunhagem

Materiais Utilizados na Fabricação de Moedas

Do Flan à Moeda Pronta – Etapas da Cunhagem

Técnicas de Estampagem e Acabamento

Elementos de Segurança Incorporados às Moedas

Moedas Comemorativas e Especiais no Brasil

Como Funcionam as Prensas de Cunhagem

Curiosidades sobre o Processo de Cunhagem

Preservação de Moedas em Alta Qualidade

Glossário

Referências